Aquecimento Lollapalooza: Entrevista com Bhaskar

Entrevista Bhaskar

Falta pouco para o Lollapalooza 2019! Em clima de pré-festival, entrevistamos do DJ e produtor Bhaskar. Nascido no meio da música eletrônica, ele já soma mais de uma década de carreira e vem dominando cada vez mais as pistas. Conversamos sobre carreira, novidades, expectativas para sua estreia no festival e mais, confiram:

Oi Bhaskar, obrigada pela entrevista aqui no We Go Out! Sua vida é inteira baseada na música – seus pais são fundadores do Universo Paralello, você começou a tocar desde pequeno e hoje já tem 15 anos de carreira. Para quem ainda não te conhece, como você define exatamente seu estilo hoje?
É difícil de falar, hoje em dia estou posicionado em um lugar que condiz muito com ser um DJ de música eletrônica no geral, já que eu acabo pegando eventos de vários gêneros musicais. Às vezes estou no line up misturado com artistas de forró, sertanejo, funk, e a minha função ali é mostrar um som de música eletrônica que alcance essas pessoas também. Então é difícil definir exatamente o que eu estou tocando, mas se fosse para usar uma palavra só seria house, que é o que define melhor o que eu toco na maioria dos meus sets.

Quais suas influências fora da música eletrônica?
Eu sou muito fissurado em música eletrônica, e é raro eu escutar um reggae ou outro estilo. Com relação aos diversos estilos de música eletrônica, eu escuto desde trap e dubstep até coisas mais underground. Um dos artistas que mais me influenciou desde pequeno foi o The Prodigy, inclusive o vocalista morreu esses dias, uma grande perda para a cena, era um grupo que sempre me inspirou muito.

Tem algum artista que você sonha em fazer um B2B?
Tem vários, não só de fazer b2b mas até mesmo de conhecer. Quem eu mais tenho vontade de trabalhar junto é o Flume e o Skrillex.

Você tem tracks com milhões de plays no spotify e views no youtube. Qual delas é sua preferida?
A que mais diz sobre mim é ‘Infinito Particular’, o remix que eu fiz do Silva. Foi uma música que eu nem criei tanta expectativa mas que a galera abraçou muito. Hoje em dia é uma das principais tracks do meu set, eu sempre abro ou encerro com ela, então é muito importante para mim.

E tem alguma delas que você já “enjoou” de tocar? 
Tem algumas que a gente acaba tocando porque a galera pede. Eu tenho 3 versões diferentes de ‘Fuego’, para tocar em situações que eu estou um pouco enjoado que queria tocar ela do mesmo jeito.  As músicas mais antigas vão dando uma enjoadinha.

Entrevista Bhaskar

O que podemos esperar até o final de 2019? Quais são as novidades que você pode antecipar?
Estou planejando lançar um álbum no final do ano! Esses dias eu estava pensando que tem muita track que eu faço que eu não consigo lançar como single, que é uma coisa um pouco mais introspectiva, uns sons que não funcionam tão bem se lançados sozinhos, então estou querendo mostrar mais esse meu lado B. Esse é um dos planos até o final do ano, mas também tenho várias parcerias em mente, inclusive com uma galera diferente, do rap, do mpb. Estou querendo dar uma dinamizada no meu som, lançar coisas tanto para a pista quanto para streaming de diferentes estilos.

O line up do Lolla está recheado de DJs brasileiros, mostrando a força da música eletrônica nacional hoje. Qual o diferencial do seu projeto na cena?  
Eu acho que uma das coisas que eu tenho como diferencial é a minha experiência ao longo dos 15 anos de carreira, de entender a pista e estar mais sensível a reação da galera. Então acaba que eu sempre tento construir o set baseado nas minhas leituras. Às vezes tem DJs que são muito bons produtores mas que ainda não pegaram esse feeling. Em relação as minhas produções, eu tenho alguns parâmetros, e eu sempre tento fazer músicas que tenham uma letra, um conteúdo de sensibilidade, que não sejam vulgares ou feitas de qualquer maneira só para bombar. Eu tenho muito esse critério de ter um conteúdo que toque as pessoas.

Você planeja aproveitar o Lollapalooza além de tocar? Tem algum artista que não quer perder?
O complicado é que eu toco nos outros dias, mas estou organizando minha logística para conseguir ir na sexta-feira, já que eu queria muito ver Portugal the Man, que é um cara que me inspira muito. Se eu tivesse como, ainda veria o Fisher ou algum outro artista eletrônico. No domingo depois de tocar com certeza eu vou para o rolê, eu quero é curtir o festival mesmo. Tem várias atrações como Twenty One Pilots e Kendrick Lamar que estou amarradão para assistir.

Por fim, é sua primeira vez se apresentando no festival. O que está preparando para essa apresentação?
Estou preparando já faz um tempo o set para o Lolla, quero fazer algo bem especial, com várias participações e que tenha bastante dinâmica. Eu acho que em festival a galera está esperando algo a mais, então vai ser um set bem diferente do que eu costumo fazer em outros lugares. Prefiro não revelar ainda o que vou fazer mas vai ter bastante coisa nova!

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