Nascido em Copenhague, Kevin Josefsen, o nome por trás do projeto, iniciou sua trajetória musical ainda na adolescência, muito influenciado pela efervescência da cena eletrônica europeia dos anos 1990. Curiosamente, seus primeiros experimentos sonoros vieram dos controles de videogame, um detalhe que ajuda a entender a fluidez quase lúdica de suas produções.
Em 2007, após estudar engenharia de áudio, lançou seus primeiros trabalhos e rapidamente chamou atenção pela qualidade técnica e identidade própria. Em poucos anos, saiu do anonimato para se tornar presença constante nos principais lineups de progressive trance ao redor do mundo, recebendo o apelido de “prodígio do progressivo”.
O som de Phaxe se constrói a partir de três pilares muito claros: groove “four to the floor”, melodias envolventes e um design de som minucioso. Longe do excesso, suas faixas apostam em progressões inteligentes, criando tensão e liberação de forma orgânica, mantendo a pista conectada do início ao fim.
Não por acaso, seus lançamentos passaram por alguns dos selos mais respeitados da cena psytrance global, além de colaborações e remixes para artistas fundamentais do gênero, como Atmos, Audiomatic, Symphonix e Motion Drive.
*Fonte: Assessoria de Imprensa
