Ella Whatt começa 2019 de forma arrasadora e mira grandes conquistas para a temporada. Falamos com ela!

Ella Whatt

Grazi Largura é a mente por trás do projeto Ella Whatt e teve um excelente 2018 dentro da cena eletrônica nacional com seu lado B, mantendo uma forte atuação tanto na pista, quanto nos estúdios. O novo ano mal começou e a artista já acumula uma série de importantes acontecimentos em sua carreira e já tem datas fechadas até o final de fevereiro, reafirmando seu perfil bastante ativo dentro do mercado.

Enquanto muita gente ainda estava se recuperando da clássica ressaca de final de ano, a curitibana pisou fundo no acelerador e garantiu uma primeira semana bem promissora. O primeiro grande momento vivido por Ella Whatt em 2019 foi logo no dia 2 de janeiro, marcado por sua estreia no Warung Beach Club, um dos maiores clubes do país e destino almejado pela maioria dos artistas de música eletrônica, onde comandou o warm up da pista Garden.

Logo depois, no dia 4, ela lançou o EP Rebolado, em nova parceria com o duo Drunky Daniels, do qual também faz parte com sua faceta original, Grazi Largura. Após alguns dias de intervalo para reorganizar as energias, Grazi partiu para Atlântida para se apresentar em nova edição da Warung Tour em solo gaúcho, que aconteceu no último sábado, 12. Na sequência, Ella Whatt foi a Chapecó para participar da 2ª edição da Welcome to the Jungle, do Amazon club, ao lado da gigante ANNA. A artista encerrou sua agenda de janeiro em Santa Maria, à frente da pista do Aruna Club, dia 29, em uma noite que também recebeu Albuquerque, Bergesh e Mezomo Music.

Fevereiro inicia com Ella Whatt junto ao timaço de artistas mulheres, que unem forças para levantar a bandeira da igualdade de gênero na cena techno nacional e comandam a festa Mov.E Wonder – GPT (Girls Play Techno), que acontece na Nos Trilhos em São Paulo, dia 9. No dia 23 do mesmo mês a artista volta a sua terra natal para se apresentar no CarnaVibe, em uma edição especial na Usina 5. Anote as datas, programe-se e fique de olho porque esse é só o começo e ainda teremos muita Ella Whatt nas pistas e nos estúdios.

No embalo desse início de ano agitado, convidamos Grazi para um bate-papo exclusivo:

Oi, Grazi! Tudo bem? Já temos um certo tempo desde o lançamento oficial de seu projeto Ella Whatt. Atualmente, você já se reconhece totalmente frente a esse alter ego?

Acredito que seja um processo. A cada novo trabalho, nova gig, novo lançamento, isso vai se fortalecendo. A música faz parte da minha vida há muitos anos, então eu tendo a ter um relacionamento muito intenso com ela em diferentes frentes. Com a Ella Whatt não é diferente, tenho dado muito de mim para que as coisas aconteçam da melhor maneira nessa nova etapa da minha carreira.

Quais foram as principais influências que você teve para criação do projeto? Na essência, quais são as principais diferenças para o Drunky Daniels, além do fato de você estar solo como Ella Whatt?

Com o Drunky Daniels eu tenho o privilégio de dividir todos os momentos, bons e ruins, com o Vini, algo que me traz uma segurança muito grande. Como Ella Whatt, as decisões estão mais pautadas no meu individualismo, o que é importante para eu me compreender melhor enquanto artista e pessoa. É um exercício de superação e conhecimento contínuo, nunca acaba.

Acho que as minhas referências não mudaram tanto, eu sempre gostei de pesquisar diferentes estilos musicais. Talvez, esse momento do projeto esteja mais voltado ao techno e a sons mais pesados, mas não quero colocar limitações de gênero, prefiro que o público faça a sua própria interpretação dessa jornada que eu estou construindo.

Você é natural do Rio Grande do Sul mas já há algum tempo vive em Curitiba, certo? O que você enxerga de mais especial na atmosfera artística da capital paranaense?

Curitiba está entre os principais polos da música eletrônica da América Latina. Temos um club com curadoria e estrutura de ponta, grandes festivais, núcleos movimentando, é um ecossistema completo. Claro que podemos e devemos buscar a evolução sempre, mas me considero muito privilegiada por fazer parte de uma cena que é tao prolífera e importante.

Na sua visão, quais são as ações básicas para que um artita se mantenha relevante no mercado com o passar dos anos?

Consistência, inovação e autocrítica. Sem esses 3 pilares, é muito difícil se manter relevante por tanto tempo numa cadeia criativa versátil e poderosa como é a dance music. Claro que talento é fundamental, mas sem o empenho para manter tudo funcionando, pouco ou muito pouco adianta.

Recentemente você gravou um set para o Soundscape em uma das maiores rodas gigantes da América Latina. Conta pra gente como foi essa experiência?

Foi incrível, por vezes nem consigo acreditar que tive essa oportunidade. É maravilhoso quando a música eletrônica sai de seu lugar comum, seja ele o club ou um estúdio, e passa a colorir a cidade. Tocar ali foi bastante desafiador, mas muito prazeroso. Várias pessoas me escreveram falando sobre o set e de uma forma geral, tive um feedback excelente.

Para finalizar! Quais são os principais objetivos para o próximo ano que você já pode compartilhar conosco?

Dar continuidade a tudo que foi iniciado esse ano. Lançar mais como Ella Whatt é parte de um processo que está desenvolvimento. Conhecer novos lugares e tocar para pistas que ainda não toquei é um sonho que vou correr atrás para realiza-lo. Obrigada pelo bate-papo!

Essa matéria faz parte da coluna do MyConcerTv, uma plataforma que auxilia artistas a profissionalizarem seu trabalho, com consultoria de imagem e carreira.

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Administradora paranaense, morou alguns anos em São Paulo e adora as várias opções de festas e eventos que a cidade oferece. É viciada em festivais, não tem medo de encarar um sozinha! Já passou por mais de 15 fora do Brasil, como Creamfields (UK), SXSW (Austin), Coachella (CA), Ultra (Miami e Croácia) e Mysteryland (NL). Divide suas paixões musicais entre techno e indie rock!

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