Entrevista | Boris Brejcha e sua relação com o Brasil no Tribe Festival

Boris Brejcha Tribe
Crédito: Felix Hohagen Photography

Boris Brejcha é um dos artistas mais queridos dos fãs brasileiros de música eletrônica, e tem uma longa relação com o Brasil. Com 16 anos de carreira, Boris apresenta uma sonoridade intensa, cativante e dançante, que o próprio chama de High Tech Minimal, e divulga seu som principalmente por sua gravadora, a FCKNG SERIOUS. Além da música, o “Bruxo”, como é chamado pelos fãs, tem uma marca de roupas, a FCKNG FASHION. Com uma apresentação mais do que esperada, Boris Brejcha botou o palco Tribe Club abaixo no Tribe Festival 20 anos

Batemos um papo bom Boris Brejcha no Tribe Festival, em que o artista comenta sobre relação com nosso país, sobre o processo criativo de uma de suas tracks mais quentes atualmente e muito mais, confira!

Oie Boris! Tudo certo por aí?!

“Estou bem, muito bem!”

Você tocou ontem no Warung, agora está aqui e depois vai para o Tribaltech, como você está se sentindo hoje?

Estou me sentindo muito bem, feliz de estar de volta no Brasil, estou animado! Apesar da chuva, vai ser demais!

Tenho certeza que a pista vai estar fervendo quando você chegar! Está todo mundo esperando por você!

Crédito: Felix Hohagen Photography

Sua primeira gig no Brasil foi no Universo Paralello, como isso inspira seu som?

Sim, foi minha primeira gig aqui, mas foi a experiência mais louca que eu já tive na vida, por que essa viagem foi minha primeira de avião para outro país, e eu fiquei no festival por cinco dias, e foram muito bons! O Brasil, musicalmente, é minha segunda casa, então eu sempre fico feliz em voltar, e é claro que isso influencia na minha música, eu amo toda a vibe sul-americana, e como o público daqui interage com a música, é maravilhoso.

Eu estava no Laroc no final do ano, foi a primeira vez que o club abriu, e foi insano! O sol nascendo, você tocando e as pessoas indo à loucura, como foi sua experiência?

Foi muito legal, foi muito bom voltar depois de tanto tempo, e às vezes é difícil tocar duas vezes no mesmo lugar, por que as pessoas comparam, mas dessa vez foi incrível, o lugar é lindo, a vibe é linda, é demais.

E você tem um relacionamento muito especial com o Tribe Festival também, você toca desde 2008, e como você está se sentindo para hoje?

Foi na primeira vez que toquei no Tribe, em 2008, que comecei a ficar mais conhecido aqui no Brasil, por que muita gente ainda não me conhecia, e estou muito feliz de voltar, e eu sempre volto, é o Tribe, é como se fosse meu bebe, toco todos os anos, então sempre fico animado.

“Gravity” é uma das tracks mais quentes do momento com seus fãs brasileiros, todo mundo fala dela. Por que você acha que é tão especial?

Eu acho que ela é especial por que eu fiz sem um motivo específico, eu estava em casa sozinho e estava chovendo, eu estava entediado, ia jogar um pouco de Playstation, mas estava cansado, então fui pro estúdio. Brinquei um tempo no piano e a melodia que vinha sempre era “Gravity”, por que estava chovendo e eu estava sozinho, e é uma track que eu fiz pela arte e pelo meu sentimento daquele momento, acho que é por isso que ela é popular, e ela é conhecida em todo o canto, é loucura!

Última pergunta, o que vem por aí?

O que vem por aí…? Bom estou em turnê até dezembro, e depois eu terei três meses de férias, vou poder voltar para o estúdio, então acho quem vem algum álbum e vários singles, e algumas tracks bem legais tipo a “Gravity”…

Volta logo para o Brasil?

Sim! Espero que logo!

Crédito: Felix Hohagen Photography

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DJ, produtor musical e graduado em Comunicação Social pela ESPM SP, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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