Entrevista: conheça a história do CAJUN, DJ residente do Laroc Club

CAJUN

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Ser residente de um dos TOP Clubs do Brasil é o sonho de quase todos os DJs brasileiros, mas o caminho para chegar lá nem sempre é fácil. Um ótimo exemplo de quem conseguiu alcançar esse objetivo é o Caio Jun, mais conhecido como CAJUN, que depois de fazer parte a dupla The Juns, é atualmente o DJ residente do Laroc Club.

Transitar por diferentes estilos musicais antes de aterrissar na música eletrônica pode ser uma forma de trazer um diferencial para suas produções. Caio Jun nos contou como esse e outros fatores foram importantes para desenvolver sua carreira e sua história pode servir para inspirar outros artistas que queiram seguir seus passos. Confira abaixo a entrevista completa que fizemos com CAJUN:

1) Em qual momento da sua vida você resolveu se tornar DJ e como foi o processo inicial?

Me tornei DJ oficialmente em 2008, mas já levava uma vida como músico profissional antes disso. Tive e trabalhei com diversas bandas, do rock ao pop, no estúdio, na estrada, coisa que sempre foi o meu sonho desde criança, trabalhar com música.

cajun

2) Antes de seguir carreira solo como DJ, você fazia parte da dupla The Juns. Quais foram os principais desafios e beneficios de trabalhar em dupla?

O The Juns me proporcionou tudo que um artista pode viver dentro da música eletrônica. Viajamos o país inteiro, tocamos em mega festivais como o Tomorrowland Brasil, nos tornamos residentes de um dos melhores clubs do mundo, o Laroc Club, participamos da turnê brasileira de grande artistas, David Guetta, Steve Angello, Axwell, Hardwell, entre varios outros.

Foram 6 anos intensos que pude compartilhar com o meu amigo Jun Honda, acho que o principal benefício de se trabalhar em dupla é isso, poder compartilhar essas experiências e momentos com outra pessoa.

3) Como você define a sonoridade das suas produções e como faz para preparar seus sets?

Acho que transito bastante em diferentes vertentes e estilos mas sempre tento manter minha essência, o House Music. Todo DJ tem uma pasta com as tracks que mais gosta de tocar rs Mas sempre preparo algo diferente para cada apresentação. No meu hd você vai encontrar diversas pastas com os nomes das festas e clubs, acho importante nos dias que antecedem os shows você imaginar a vibe do set que vai fazer.

4) Você lançou recentemente a bela música Runaway. Pode nos contar como funciona seu processo criativo e como foi o desenvolvimento dessa track?

Quando comecei Runaway eu queria uma música com uma pegada verão, que te levasse para algum lugar e que te trouxesse uma sensação boa. O processo foi meio curioso por que fiz todo o instrumental dela primeiro. Comecei escolhendo bem os timbres que eu queria, a vibe que eu queria dar, tem guitarra, violão, brass, strings, varios elementos interessantes. Quando finalizei o instrumental eu precisava de um vocal, foi quando eu achei esse sample e tudo se encaixou, fiquei muito feliz com o resultado e a reação das pessoas.

 

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5) Quais são suas inspirações musicais, tanto no mercado de música eletrônica quanto em outros estilos?

Eu já passei por varias fases musicais, tanto na música eletrônica como em outros estilos. Acho que tudo o que você faz, ouve, enxerga, vive, acaba te infuenciando de alguma maneira na hora de produzir. Sou muito eclético por ter vivido esse lance de ser músico e tal, mas considero dentro da música eletrônica minhas principais influências CID, Oliver Heldens, Throttle, Duke Dumont, Chris Lake, Eric Prydz, SHM, são muitos mas esses alguns.

6) Você se tornou residente do Laroc Club, um dos principais clubes de música eletrônica do Brasil. Qual a diferença da sua primeira apresentação para a que vc fez na comemoração de 3 anos do club, ao lado do DJ Kaskade e Bruno Martini?

Fiquei muito feliz em ser anunciado como residente do Laroc por ter uma identificação gigante com tudo que envolve o club. Desde a primeira vez que pisei la já senti uma energia diferente, me senti em casa. A primeira vez foi na abertura do club, em Outubro de 2015, com o The Juns, logo depois do Nicky Romero. Na época foi um set bem progressive house, bastante energético, horário de pico da festa, e no aniversário de 3 anos foi um set mais House, com uma pegada warm up, até pelo horário. O set está no meu soundcloud, podem conferir lá rs
Mas acho que a principal diferença é que hoje o Laroc é um club consolidado, conhecido mundialmente, top 29 do mundo pela revista DJ MAG, todos querem tocar. Graças ao bom trabalho de toda a equipe, 3 anos depois da abertura acho que os objetivos estão sendo alcançados.

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7) Vimos que o seu 2019 vai começar muito bem, tocando no Laroc ao lado das irmãs Nervo no dia 5 de janeiro. O que mais você está planejando para 2019, tanto com apresentações quanto com produções?

Sim, a primeira abertura do ano, pra começar com o pé direito, estão todos convidados! Pretendo em 2019 lançar várias músicas novas, continuar trabalhando forte, e aos poucos conseguindo meu espaço, apesar de toda a experiência sou um produto/artista novo, o CAJUN tem alguns meses de vida, mas estou muito empolgado para 2019, aliás toco na virada do ano no Revéillon dos Milagres, outro lugar que tenho uma identificação muito grande, será um momento especial para mim!

Obrigado We Go Out pelo papo, foi um prazer conhecer vocês pessoalmente, e espero vê-las no Laroc dia 05/01 hein, até la!

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Administradora paranaense, morou alguns anos em São Paulo e adora as várias opções de festas e eventos que a cidade oferece. É viciada em festivais, não tem medo de encarar um sozinha! Já passou por mais de 15 fora do Brasil, como Creamfields (UK), SXSW (Austin), Coachella (CA), Ultra (Miami e Croácia) e Mysteryland (NL). Divide suas paixões musicais entre techno e indie rock!

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