Entrevista| Düncan conta sobre produções lançamentos, e novidades

Düncan

Você, com certeza, já escutou alguma música do Düncan por aí e não sabe ainda. O DJ e produtor é dono dos hits “Wherever U Wanna Go” – ao lado de Sandeville, Zerb e com os vocais de Julia Gomes – e “Rhythm In Me” – com Pontifexx, Cammie Robinson e 2STRANGE -, que somam mais de 4 milhões de streams no Spotify. Ele também é o responsável por diversas tracks que já estão sendo tocadas pelos DJs no retorno dos eventos.

Ainda no início da sua carreira profissional, mesmo sendo DJ desde os 13 anos de idade, Juca Lopes é o prodígio responsável pelo projeto e nesse bate-papo com o We Go Out contou tudo desde o início, falando sobre sua paixão pela música até o momento atual, onde se prepara para o retorno das pistas recheado de remixes e novas tracks. Confira a mais nova faixa de Düncan abaixo!

Hey, Düncan! O retorno dos grandes eventos estão cada vez mais perto e, junto dele, suas tracks vem sendo tocadas em diversas festas pelo país. Como está sendo finalmente voltar às pistas?

Estou muito feliz com o retorno seguro dos eventos, já era hora né? Haha. E mais feliz ainda que assim como nos sets e lives durante toda a quarentena, os DJs têm voltado às pistas com as minhas músicas nos pen drives.

Você adentrou ao universo da música aos 13 anos de idade, produzindo os mais diversos estilos. Como e quando aconteceu o seu encontro com a música eletrônica?

Comecei com 13 anos tocando em matinês aqui em São Paulo e desde lá nunca quis parar… tive diversos projetos em dupla até descobrir que uma carreira solo era o que eu buscava. Desde 2019, quando comecei o projeto Düncan, estou focado 100% na minha identidade musical, com vocais, elementos orgânicos etc.

E quando você está dentro do estúdio, quais são as suas referências e inspirações na hora de produzir?

Isso é uma pergunta que muitos amigos meus me fazem e, sinceramente, a resposta é sempre a mesma: cada vez que entro no estúdio, estou ouvindo uma música diferente, de um gênero diferente… depende do momento da vida ou do mood da semana. Por isso, apesar de não fugir da minha identidade principal, acabo fazendo músicas que são muito diferentes umas das outras.

Você já fez apresentações em diversos estados e pistas do nosso país. De todos eles, qual foi o mais memorável/especial e por que?

Todos foram muito especiais, mas estou em início de carreira e tenho MUITO pra conhecer ainda… este ano vou tocar no Réveillon de Gostoso, no Rio Grande do Norte, um estado que não tinha ido ainda e estou muito ansioso.

Seus dois maiores lançamentos até agora, “Wherever U Wanna Go” e “Rhythm in Me”, foram grandes destaques na cena nacional e internacional, e essas tracks são tocadas nas pistas até hoje. Como foi a repercussão dessas faixas na sua carreira?

A “Wherever U Wanna Go” foi a primeira música que lancei em projeto solo, dando start em tudo que vivo atualmente. Depois dela vieram alguns remixes e outras originais. Entre elas, veio a ideia de fazer a “Rhythm in Me”, com o Pontifexx, e a música acabou chamando a atenção da STMPD. Foi o meu primeiro lançamento internacional, com suporte de muitos artistas BR e gringos

Ainda sobre “Rhythm In Me”, como se sentiu ao lançar uma música pela STMPD Records, gravadora do Martin Garrix e uma das maiores labels da cena? Como recebeu essa notícia?

Fiquei muito feliz em saber que a música tinha sido aprovada pela label. Não tinha ideia que ela tinha sido enviada pelo Pontifexx e quando ele me contou que eles gostaram muito da track, eu não acreditei, porque sempre foi um sonho lançar uma música por lá.

Recentemente, você participou do radio show do Gianni Petrarca na maior rádio de música eletrônica da Flórida, a Revolution 93.5. Como foi essa experiência e como a entrevista repercutiu? 

O Gianni me convidou para essa entrevista em julho. Aproveitando que eu estava em Miami na época, fui conhecer a rádio, fiz um set e um bate-papo muito maneiro com ele. Com a entrevista, pude perceber o potencial tamanho da música eletrônica brasileira e o quanto não fomos explorados pelo resto do mundo ainda.

Você também é muito conhecido no cenário pelos bootlegs e remixes tocados por diversos DJs nas mais diferentes pistas por aí, como o mais recente “Oh Oh Oh”. Como você escolhe os hits que irão virar remixes?

Eu gosto muito de vocal na música, sinto que é o elemento que une todos os públicos. Quando escuto alguma música com um vocal chamativo, seja pelo timbre de voz ou pela melodia do vocal, começo a fazer uma versão para tocar na pista… se funciona bem, decido lançar para os outros DJs tocarem.

Comparando o início da sua carreira como produtor com o seu som atual, como descreveria a evolução da sua sonoridade?

Eu comecei a produzir música no meu último ano de escola, e de lá pra cá já passei por Big Room, Future Bass, Deep House, Trap… e isso é o que me dá suporte para ser quem eu sou hoje e influencia nas minhas produções atuais. Apesar de já ter uma identidade mais concreta atualmente, ainda utilizo de muitas das minhas experiências passadas como produtor de outros gêneros

O que podemos esperar ainda este ano de Düncan? Algum spoiler?

Com a volta dos eventos, podemos sim esperar muitas novidades. Dia 15 de outubro sai minha faixa em colaboração com Sandeville. Depois disso, em dezembro, tenho mais um lançamento agendado. Em relação a datas, como já falei antes, vou tocar no Réveillon de Gostoso, no RN, e alguns fins de semana até o final do ano já estão surgindo as datas do nosso retorno. Ano que vem tem tudo para voltarmos a ser quem éramos.

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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