Entrevista: Pink Panda conta sobre planos para o futuro e mais!

Entrevista Pink Panda

Quem ama música eletrônica, assim como nós, provavelmente já escutou alguma track do projeto Pink Panda. Seus remixes para nomes como Dua Lipa, Meduza, Bruno Mars, Sia, David Guetta, entre outros, além dos singles autorais, já somam mais de 53 milhões de streams no Spotify.

O projeto teve seu debut na CONTROVERSIA, gravadora do Alok, com “Nightmares”, ao lado de Robert Falcon, resultando em uma faixa de respeito. Conhecido no globo todo, Pink Panda conversa com o We Go Out e conta sobre a produção da nova track, sua relação com os fãs brasileiros, a volta das apresentações e os países que ainda desejam conhecer e lotar as pistas! Confira:

Olá, Pink Panda! Parabéns por mais um lançamento e pela estreia na label brasileira CONTROVERSIA! Conte mais sobre como surgiu essa oportunidade.

Muito obrigado! E obrigado pelo interesse no nosso lançamento, estamos realmente felizes por lançar na CONTROVERSIA! É uma das nossas labels favoritas. Quando tivemos a oportunidade de trabalhar com Robert Falcon ficamos muito entusiasmados, ele é muito talentoso e os nossos estilos funcionam bem em conjunto. 

Segundo o Spotify, o estado de São Paulo está em terceiro lugar na posição das pessoas que mais ouvem o seu som pelo mundo. Como é a sua relação com o Brasil?

Sim, o apoio dos nossos fãs brasileiros tem sido incrível! A música que estamos fazendo parece estar realmente conectado ao público aqui e na América do Sul em geral. Recebemos diversas mensagens pedindo para nos apresentarmos no Brasil e esperamos que no futuro possamos!

Na China, onde o projeto reside, as festas e eventos estão sendo retomados e recebendo o público novamente. Como está sendo finalmente poder voltar às pistas e sentir o calor dos amantes da música eletrônica? 

Na verdade somos de Londres, no Reino Unido. Mas muitas pessoas pensam que estamos baseados na China devido à quantidade de viagens que temos feito por lá nos últimos 18 meses. Um membro do Pink Panda mudou para a China um ano antes da pandemia acontecer. Assim, quando os clubes abriram em julho de 2020, foi possível fazer shows pela China, enquanto o resto de nós estava fechado em casa, aqui no Reino Unido. As apresentações estão cada vez maiores para nós na Ásia, as pessoas também nos abraçaram lá, o que nos deixa realmente orgulhosos. Os clubes são incríveis e as multidões ainda melhores!

Assim que todos os países forem liberados a reabrirem e produzirem eventos, festivais, clubs e afins, quais os países que Pink Panda ainda sonha em conhecer?

Ao longo dos últimos três ou quatro anos, percorremos a Europa e a Ásia principalmente, mas com a nossa popularidade aumentando na América do Norte e do Sul, estamos realmente entusiasmados para receber ofertas nestes lugares. Mal podemos esperar para visitar os Estados Unidos e nos conectarmos aos fãs que nos apoiaram durante anos online! E desde que o apoio online do Brasil tem sido tão forte, mal podemos esperar para celebrar a vida com os nossos fãs brasileiros que tem nos apoiado muito desde “Love It Like That” e continuam mostrando amor. Mal podemos esperar para levar o panda love de volta à vida real!

Pode nos contar algum spoiler ou o que podemos esperar do Pink Panda nos próximos meses?

Hahaha, não queremos contar muito, mas o que podemos falar é que talvez sejamos vistos no Brasil mais cedo do que pensam! Além disso, durante o lockdown, produzimos muitas tracks novas, então esperamos um calendário de lançamentos pesado este ano, com algumas colaborações surpreendentes também 😉

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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