Entrevista com Raul Mendes: conheça seu novo projeto Pirate Snake

Raul Mendes

Raul Mendes tem uma carreira consolidada dentro do cenário da música eletrônica nacional há muito tempo. O DJ e produtor tem no currículo participações em grandes festivais e turnês internacionais e de quebra ainda é o empreendedor responsável pelo festival Federal Music.

Batemos um papo com ele sobre a cena atual, sua carreira, o novo projeto Pirate Snake e outras curiosidades. Confiram mais:

Você tem quase 20 anos de carreira, e começou agora um novo projeto de Tech House, o Pirate Snake. Qual você acha que foi a principal mudança na cena eletrônica nos últimos anos? Como você enxerga a ascensão do techno e tech house no Brasil?
A cena brasileira se profissionalizou muito. Antigamente era só um dj e pronto, hoje existem equipes enormes por trás de grandes artistas. Está sendo assim com os eventos também, cada dia o nível de entrega está melhor.
Com relação a ascensão dos gêneros aqui, eu acredito que é o processo de um ciclo, já tem algum tempo que ambos cresceram muito lá fora, e aqui como sempre, demora, mas chega.

Conta um pouquinho mais para gente como surgiu a ideia do projeto Pirate Snake e quais suas ambições com ele.
Em quase 20 anos de carreira, fui flutuando conforme meus gostos e a cena. Conquistei grandes coisas mas, até mesmo por isso, fiquei estigmatizado. Não estava jogando muito à favor. Fora que eu sempre fui confundido como o produtor de eventos que virou DJ e produtor, ao contrário do que realmente aconteceu. Raul Mendes ficou somente para o pessoal mesmo, minha ambição é continuar fazendo o que amo, abrindo novos horizontes e conquistando novos desafios.

Raul Mendes

Você já tocou em vários eventos pelo Brasil e pelo mundo. Qual foi o evento mais marcante da sua carreira? Tem algum lugar que você ainda tem o sonho de tocar?
O evento que mais marcou foi o Tomorrowland Brasil, que sem dúvidas foi o maior evento realizado neste país e eu pude fazer parte das duas edições. Sim, tenho vontade de tocar em vários lugares, mas aqui no Brasil sem dúvidas no Warung.

Você tem lançado várias músicas com seu novo projeto, a mais recente “Good Times”, em parceria com a Kesia. Qual o motivo de vocês terem escolhido uma música dos anos 70 para fazer uma releitura?
Eu sou meio tiozão no gosto musical né. Essa música marcou gerações… e batendo um papo com a Kesia, ela disse que amava também.

Quem são suas referências na cena eletrônica atual? Qual é a música mais ouvida do seu Spotify esse ano?
Gosto muito de artistas como Green Velvet, Mihalis Safras, Michael Bibi, Eli Brown, Solardo…
Eu ouço muita coisa antiga. O que eu mais ouço não é nem uma música específica, mas sim algumas playlists de house, como Defected e curto ouvir bastante Jazz, Blues e R&b.

Leia mais: Como realizar o sonho de viajar para o Tomorrowland Bélgica 2020

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Tem duas paixões na vida: viagem e música. Com mais de 30 países na bagagem e muitas histórias em festivais, escolheu os cinco dias acampada na lama do Glastonbury e a mágica de trabalhar no Tomorrowland Bélgica como as experiências mais incríveis que já teve.

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