Entrevistamos Lost Frequencies, que acaba de lançar o EP ‘Cup of Beats’

Lost Frequencies

Um dos artistas que podemos dizer que não cansa de surpreender é o Lost Frequencies. O belga de 26 anos, que deixou sua marca na música quando lançou ‘Are You With Me’ em 2014 – transformando o country suave de Easton Cobin em uma potência eletrônica, acaba de lançar um EP ‘Cup of Beats’.

Para a abertura do EP, Lost teve o prazer de colaborar mais uma vez com o cantor e compositor Easton Cobin em ‘One More Night’. Já em ‘You’, quem deu voz à música foi o irlandês Flynn, um nome familiar de sua colaboração anterior ‘Recognize’. Outros nomes presentes no EP são: o produtor francês Mathieu Koss para a emotiva ‘Don’t Leave Me’, Zonderling e Kelvin Jones em uma das nossas favoritas ‘Love To Go’ e Kye Sones em ‘Electrified’.

É impressionante como Lost Frequencies consegue trazer em suas canções um sentimento de positividade, aliado com uma doçura e vulnerabilidade e ainda assim uma essência de batidas dançantes, com sintetizadores crescentes e acordes progressivos que nos fazem viajar em uma energia musical, estando em casa ou em uma pista lotada.

Para entendermos melhor sobre esse novo projeto e como Lost está encarando a quarentena, batemos um papo com o produtor e as respostas do artista vocês conferem abaixo:

Antes de mais nada, parabéns pelo seu novo trabalho em ‘Cup of Beats’, é um EP incrível! Você tem um estilo único, sempre produzindo uma música cheia de alma e belas melodias, e esses aspectos estão realmente presentes neste EP. O que o inspirou para chegar nesse resultado?

Obrigado pessoal, fico feliz em saber que vocês gostaram! Acho que, no geral, esse EP é uma combinação do que sou influenciado e do fato de que gosto de navegar entre os gêneros musicais – não importa para mim se o som seguir apenas uma vibe de tropical house ou acabar puxando para o country como Easton Corbin e eu fizemos na nossa nova colaboração. Eu deixo a música falar por si.

Recentemente, você fez uma apresentação incrível no Palácio Real de Bruxelas. Como foi a experiência de fazer parte desse tour virtual de abertura em um dos lugares mais icônicos da sua cidade natal?

Ser convidado pela Sua Alteza Real foi uma experiência que nunca esquecerei, desde tocar no telhado do prédio até ouvir o hino nacional de dentro do Palácio; foi inesquecível e tive que me beliscar para ver se era real mesmo aquele momento!

Você tem uma vida super agitada, com shows em todo o mundo. Com a situação da pandemia, todos tiveram que parar e passar algum tempo em casa. Você poderia compartilhar conosco quais foram seus principais aprendizados nesse período?

Minha principal lição foi tentar encontrar os aspectos positivos de desacelerar. Portanto, passar mais tempo com minha família, amigos e pessoas queridas em Bruxelas foi um antídoto bem-vindo e foi uma chance para eu realmente refletir sobre meus objetivos e relaxar um pouco. Claro, eu ainda estava ocupado no estúdio produzindo e também planejamos algumas transmissões ao vivo legais – uma delas do Atomium Building em Bruxelas – que foi super divertida!

Como foi a experiência de tocar no Tomorrowland Around the World? Você preparou seu setlist de uma maneira diferente considerando que as pessoas estavam curtindo em casa?

Eu quiz trazer uma mistura das minhas faixas clássicas que os fãs amam e, para mim, era importante perceber que estávamos nos apresentando e planejando tocar para um público muito mais amplo do que o normal, já que Tomorrowland Around The World significava que muitos mais fãs de todo o mundo poderiam ter essa experiência. Foi também uma oportunidade para algumas pessoas ouvirem as faixas do meu EP ‘Cup Of Beats’ pela primeira vez antes do lançamento, e eu sempre gosto de adicionar algumas músicas exclusivas, especialmente para o Tomorrowland.

Você veio ao Brasil pra tocar no Tomorrowland 2016 e tem muitos fãs brasileiros por aqui. Quais são as suas melhores lembranças do nosso País? Podemos esperar ter você de volta aqui nos próximos anos?

Sempre me divirto no Brasil, a América do Sul como um todo é um dos meus lugares favoritos e voltei para muitos shows nos últimos quatro anos. Tenho boas lembranças do Rio, em especial, mas vejo o Brasil como um país alegre e festeiro, sempre tão animado – mal posso esperar para voltar e tocar assim que for seguro!

Você tem ouvido algum artista brasileiro? Tem planos de colaborar com algum deles?

Eu ouço muitos artistas brasileiros – ALOK é um produtor super legal e caras como Gui Boratto têm muito significado na cena, mas eu ouço artistas de todo o mundo – quem eu deveria dar uma olhada no Brasil vocês acham?

Com a cena eletrônica nacional em pleno crescimento, nomes não faltam para aconselharmos o Lost Frequencies para conhecer! Enquanto isso, nossa dica é que vocês não deixem de escutar o novo EP ‘Cup of Beats’ aqui.

Lost Frequencies – Cup of Beats

*Agradecemos aos perfis @frequenciasperdidas e @marimsanches pelas sugestões de perguntas.

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Administradora paranaense, morou alguns anos em São Paulo e adora as várias opções de festas e eventos que a cidade oferece. É viciada em festivais, não tem medo de encarar um sozinha! Já passou por mais de 15 fora do Brasil, como Creamfields (UK), SXSW (Austin), Coachella (CA), Ultra (Miami e Croácia) e Mysteryland (NL). Divide suas paixões musicais entre techno e indie rock!

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