Os eventos estão voltando e mais pessoas buscam empregos na música

eventos voltando

Completamente estagnado desde o início da pandemia, o setor de eventos e entretenimento foi o primeiro a parar, e será o último a retornar às atividades, lidando com perdas superiores a 270 bilhões de reais, agora se prepara para o retorno forte, seguro e triunfal para “a vida normal”. Os eventos estão voltando!

Para se ter idéia da importância desse setor, em 2015, apenas o mercado de eventos sociais – casamentos, aniversários, formaturas, congressos, workshops, palestras, convenções – movimentou 16 bilhões em 2018, 17 bilhões e no início de 2019, antes da pandemia, projetava crescimento de 14%. Isto tudo sem considerar os eventos culturais, shows, apresentações artísticas e toda a indústria do entretenimento.

Dezenas de áreas profissionais são necessárias nesta indústria, desde segurança, limpeza, recepcionistas e manutenção até os técnicos de som, técnicos de palco, produtores de evento, músicos, DJs, produtores musicais e a lista é longa. Agora, com a luz no fim do túnel já bem próxima e o retorno do setor a vista, muitas pessoas estão procurando a profissionalização para entrar neste mercado, como comenta Rafael Nazareth, DJ, produtor musical e empresário, que compartilhou sua experiência com a redação: “Muitas pessoas procuram minha escola para aprender a ser DJ, para aprender a produzir músicas com a visão profissional, ou como hobby também”. Mas a verdade é que, com a busca por empregos tão em alta, a reabertura desse setor será um verdadeiro alívio para a população que precisa de renda.

Os eventos corporativos e culturais foram vetados desde o início da pandemia, mas agora já começam a pipocar aqui e ali no Brasil inteiro e os profissionais da área ouvidos esperam, em meados de dezembro, ter o setor quase totalmente restabelecido. Qualificar-se como DJ pode abrir espaço para trabalhar em eventos corporativos de final de ano, casamentos, barzinhos, restaurantes, lojas e diversos estabelecimentos e eventos que demandam sonorização ao vivo. Raphael Porto, um dos donos da AIMEC RJ, uma franquia nacional de escolas de DJs e Produção Musical, sendo uma delas na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, comentou que é importante ter uma boa fundamentação técnica e estar capacitado. “Numa escola você vai conhecer os equipamentos que existem no mercado, as tecnologias e como lidar com elas. Atualizar-se e saber de tudo que está acontecendo na sua área também é muito importante“.

Um ponto importante da indústria da música é que, durante a pandemia, muitos produtores musicais que compõe e mantiveram-se ativos conseguiram viver de lançamentos musicais. Através do streaming e da comercialização das canções na internet puderam ter uma renda frequente.

O produtor musical que cria uma música e lança ela no mercado têm diversas formas de monetizá-la, como explica Cleber Junior, especialista na área de marketing digital e sócio da AIMEC RJ: “Quando um produtor musical, um autor, uma pessoa detém o direito autoral sobre uma canção ela pode ter dividendos vendendo cópias, recebendo das plataformas de streaming, licenciando para uso em programas de rádio, tv, youtube, comerciais. É um mercado amplo e bastante promissor 

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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