G. Felix lança seu novo EP “Trying Me” pela Repopulate Mars de Lee Foss

Trying Me

DJ, produtor que já ocupou o 1ª lugar de vendas de Tech House entre os brasileiros no Beatport, G. Felix não dá fôlego aos ouvintes e fãs, e já se prepara para o seu próximo lançamento, “Trying Me” mais uma vez pela Repopulate Mars. A label para quem para quem não sabe, é número #1 de vendas de Tech House do Mundo no maior site de vendas, Beatport, já que também é mundialmente conhecida como “A gravadora do Lee Foss”, e recebe agora o EP “Trying Me”.

Com os eventos voltando, estamos sendo surpreendidos com boas músicas e lançamentos dos artistas, que aliás, depois de tanto tempo parados, estão vindo com tudo por aí para colocar a pista para dançar.

Confira o EP “Trying Me” aqui!

Vamos conhecer um pouquinho mais sobre o EP “Trying Me” e as bombas que estão por vir.

Olá G. Felix!!! É um grande prazer conversar com um dos artistas brasileiros mais influentes nesse gênero que tanto cresce, o Tech house. Estamos curiosos para saber um pouco mais sobre você, e do novo lançamento.

Depois de tanto tempo fora dos palcos, como você lidou com esse período?

R: Oi meu povo :), primeiramente quero agradecer a você que está agora lendo essa entrevista, e também agradecer o We go Out pela matéria, Muito obrigado. 

Pois é, foram longos 2 anos fora dos palcos, olha foi um tempo muito importante pra mim, apesar de todas as dificuldades e incertezas, muitas coisas mudaram, eu preciso me reapresentar pra vocês, porque sou outra pessoa após toda essa fase difícil, tanto musicalmente como pessoalmente, Eu foquei no trabalho, fiz muitas músicas nesse período. E aquele cuidado básico para não surtar, só trancado em casa hahaha.  

Temos percebido que a maioria dos djs têm vários lançamentos guardados na gaveta só esperando por esse momento, o que podemos esperar de você?

Hahah isso é verdade, com todo esse tempo de pandemia que os produtores tiveram, sem viagens, todo mundo produziu muito. Olha vocês podem esperar muitas coisas bacanas, eu sinto que estou na minha melhor fase musicalmente. O próximo lançamento que eu já posso falar é; Dia 14 de Janeiro, faço minha estréia na Spinnin Deep, com “Mighty Real”, track que já conta com suporte de John Summit, Lee Foss entre vários outros. E sim tem muitas músicas legais que vão vir no decorrer de 2022, que por enquanto estão presentes somente nas minhas apresentações ao vivo.

Quando e como surgiu essa parceria com o Dead Space?

Surgiu em 2018, nós lançamos na “Erase Records” com os lançamentos próximos um do outro, aí nossas músicas estavam lado a lado no top 100 do Beatport, aí ele me chamou no facebook, e me convidou para fazer um som juntos, e foi uma conexão sinistra; que dura até hoje e vai muito além, Nós temos MUITAS músicas feitas que ainda não foram lançadas. Eu gosto muito de trabalhar com ele, eu sempre vivi com músicos, mas entre nós rola uma conexão absurda, é muito, mas muito difícil nós discordar em algo, é bizarro! (Coisas de escorpianos hahah)

Qual a primeira track que produziram juntos?

A primeira foi a “Circuit” ela nunca foi lançada, e por segundo veio a “Pride” que foi a música que mudou o game pra gente. 

Você tem vários lançamentos na gravadora que hoje é o desejo de muitos DJs, como é sua relação com eles? Tem alguma dica que você possa dar aos djs para lançarem na Repopulate Mars?

É uma ótima relação, me sinto em casa lá. O Lee Foss gosta muito das minhas músicas e isso ajuda bastante.

A dica que eu dou pode até parecer clichê, mas é, seja original, entregue algo criativo, bem feito, e o mais importante, que tenha a ver com tudo o que eles lançam. E seja persistente, eu passei dois anos levando “não” deles, até que entrou a primeira, e depois tudo ficou mais fácil. Esse ano eu tive três lançamentos com eles, e me sinto muito feliz em poder estar lá, que é a minha gravadora favorita.

Desde antes da quarentena era visível o crescimento de vários gêneros de música eletrônica no mercado nacional, você sente isso no público do Tech house?

Com Certeza, estamos presenciando uma mudança no mercado, tudo está se encaminhando para esse lado, o que era “mais underground” hoje tá virando o “Mainstream” E sim, considero o Tech House como um som “Mainstream”hoje em dia. Acho que vai passar um bom tempo crescendo, o som é muito divertido, musical, acessível, dançante, e cheio de samples antigos que nos trazem aquele sentimento nostálgico. Eu sou fã!  

 Qual o diferencial do “Trying Me” para os outros lançados?

Acho que é a evolução do que já fizemos, só a realização musical que esse EP traz já valeu a pena. Eu gravei uma parte do break com meu contrabaixo, o Steven (Dead Space) mandou muito bem com os pianos, e não teve ajustes, do jeito que finalizou ficou, eu senti que saiu exatamente o que nós queríamos.

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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