Go Girl #21: Molothav vem incendiando a cena com seus lançamentos

Molothav

Conheça o trabalho de Thais Hartmann, o nome por trás de Molothav, que alcançou o selo russo Suitor e agora emplaca novo single pela Muzenga!

Quando a arte encontra o artista, o momento é nada menos que libertador e prazeroso. Com Thaís Hartmann também foi assim. Em 2015, ela deixou de lado sua carreira na área de comunicação social e decidiu entrar de cabeça no universo da discotecagem. Em 2017, então, nasceu o projeto Molothav, alcunha que reflete as raízes musicais de Thais e sua paixão pela pista de dança, com toda personalidade e criatividade de sua essência. 

Hoje já acumulando uma intensa bagagem através de sua vivência no dancefloor, com apresentações no aclamado Café de La Music em Búzios e diversos outros palcos da cena nacional, Molothav vem ascendendo aos holofotes também com seu trabalho em estúdio, revelando sua assinatura voltada para o House e Tech House de pista.

Com passagens por labels do calibre de Sony Music e Suitor, sublabel da Mixfeed, Molothav acumula faixas eletrizantes incluindo colaborações ao lado de Feitoza e Dashboard. Agora em seu retorno ao catálogo da Muzenga Records, a artista apresenta o single “Feel Free”, evidenciando seu amor pelos clássicos da House Music.

Batemos um papo com Molothav para conhecer mais detalhes sobre suas referências musicais e seu novo trabalho:

Olá Thais, tudo bem? Conta pra gente o que levou você a deixar de lado sua carreira na área de comunicação social para mergulhar no universo da música… como foi essa decisão?

Foi muito difícil! Estar numa posição em que você já se sente estabelecida, onde você já tem uma vivência, um know how, deixa a escolha por seguir uma carreira artística mais difícil. Mas naquela época meu coração já não batia mais por aquilo que eu estava fazendo, era muito difícil estar lá. Então eu e meu marido conversamos bastante e decidimos juntos tentar. Foi uma decisão em família rsrsrs E fiquei muito feliz com essa decisão. Nunca tive dúvidas de que eu podia e faria dar certo.

Você também vem desenvolvendo um ótimo trabalho como produtora musical. Quais foram os desafios no caminho desse processo até aqui?

Acho que o pontapé inicial, aquele susto de abrir o ableton e me perguntar: por onde eu começo? Eu comecei do zero mesmo. Então acho que esse primeiro momento ali, de frente pra tudo aquilo que eu teria que aprender, me dedicar absurdamente, foi o maior desafio. Já tive diversas fases nesse tempo produzindo (inclusive a fase terrível do “não vou conseguir”). Mas não desisti. E sempre preguei isso como sendo o mais importante de tudo: a persistência!

Quais são suas principais referências musicais femininas (na música eletrônica e no geral)?

Sou fã das senhoras mulheres que cresci ouvindo e adorando. Entre elas, Donna Summer, Cyndi Lauper, Tina Turner, Glória Gaynor. E no eletrônico sempre gostei bastante do som da Deborah de Luca, Chelina Manuhutu (com suas atuações extremamente cativantes), ANNA, Honey Dijon, entre outras. 

Você está de volta ao catálogo da Muzenga após cinco lançamentos pelo label. Como seu trabalho chegou até o selo de Gustavo Mota?

Quando terminei a “Work That Body”, fiquei pensando pra onde enviar. E o Gustavo Mota é um cara que eu sempre admirei, não só pelo som, mas como artista também (posicionamento e visível amor ao que faz). Já tinha visto shows dele e já sabia da Muzenga. E era um sonho lançar lá e eu vi que o som encaixava na label. Então, na cara de pau mesmo, eu enviei o link de SC no direct dele. Algumas horas depois ele respondeu dizendo que iria ouvir e me dar um feedback. E então veio a notícia absurda de que ele tinha gostado. Então, foi só alegria. Aí a partir daí o Bruno Mattos sócio dele entrou no circuito pra gente acertar os detalhes do lançamento. O Bruno também é um cara que eu admiro muito e acabou virando meu amigo. 

Conta pra gente mais detalhes dessa nova produção e o que ela representa pra você?

A Feel Free é uma música especial pra mim, pois tentei colocar mais melodia (o que até então eu tinha um pouco de dificuldade). Então ela representa um passo a mais que eu dei nesse mundo da produção, cheio de possibilidades e desafios.

Tem alguma novidade especial que você possa contar pra gente? Quais são os próximos passos na carreira?

Como já foi divulgado, já posso falar 😛 em Julho, no dia 23/7 (meu aniversário) lanço mais uma música pela Endless Music da Hub Records. Sinto que é mais um lançamento importantíssimo na minha carreira e me dá mais gás ainda. E daqui pra frente é mão na massa pra trazer mais novidades sonoras pra vocês!

por Ágatha Prado

Ficha Go Girl #21 – Molothav

Nome: Thaís Matahari Hartmann Jusinskas Nakashima
Nasceu em: 
Maringá – PR
Música Favorita da vida: 
Donna Summer – I Feel Love
Collab dos sonhos: 
nunca fiquei pensando muito nisso, até porque o cenário muda muito rápido. Mas um cara que lá em 2015 quando eu comecei minha carreira me inspirou muito (ainda nem era estourado) é o Vintage Culture. Então por ele ter sido uma inspiração no início da minha carreira, sentar um dia com ele no estúdio, bater um papo e fazer um som juntos, sem dúvidas seria um sonho. E um cara que atualmente me chama bastante a atenção e eu curto muito o som é o John Summit. Também seria irado fazer uma collab com ele.
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O quadro Go Girl, em parceria com a SOMUS, tem como objetivo dar destaque as DJs e/ou produtoras brasileiras que têm feito um trabalho incrível na cena.

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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