A humildade e o carisma de Illusionize. Leia entrevista exclusiva!

ILLUSIONIZE
ILLUSIONIZE

O sorriso no rosto de Pedro Mendes (mais conhecido como Illusionize) é capaz de dizer mil palavras por segundo quando ele está no palco. O que essas palavras significam? Felicidade de um garoto que trabalha com o que ama.

Se olharmos para trás, fica difícil acreditar que em tão pouco tempo, poucos anos, Pedrinho conquistaria tanta coisa com seu projeto Illusionize, inicialmente criado como uma dupla. 

O sucesso do jovem brasileiro é mais um caso onde a arte muda pra sempre a vida de uma pessoa, mas não a sua essência. Os mais próximos garantem que Pedro continua o mesmo: brincalhão, esforçado e cheio de vontade de ir além. Depois de tantos sucessos e diversas barreiras ultrapassadas, fica praticamente impossível duvidar do potencial desse garoto. É bem verdade que a história do Illusionize é composta pela ajuda fundamental de grandes profissionais, gravadoras e outros artistas. Mas, o que realmente faz a diferença é a personalidade que residente no homem por trás do nome artístico.

Esse fim de semana Pedro retorna ao palco do El Fortin para se apresentar no showcase da Bunny Tiger por lá. A gravadora alemã comandada por Sharam Jey foi imprescindível em sua caminhada. Com ela, Pedrinho lançou seu primeiro álbum, emplacou sucessos como Bass, Phoneline e Better Days. Antes desse encontro, conseguimos um espaço na agenda agitada do garoto para um rápido bate-papo. Confira:

Olá, Pedro! Tudo bem? Obrigado por nos atender. Uma de suas marcas registradas é o carisma, mesmo quando sua rotina parece estar muito cansativa. Como é possível manter isso?
Ola, tudo ótimo muito obrigado! Espero que vocês também estejam. Nem eu sei pra te falar a verdade, é algo meio que natural entende? Então fica difícil explicar.

Bass foi uma das principais faixas de 2014 e trouxe uma visibilidade significativa para sua carreira, não é mesmo? Como aconteceu essa collab e quão importante ela foi para o seu desenvolvido?
O se foi [risos]. Olha, a história dessa música é meio longa, mas eu vou resumir aqui. Em meados de 2013 o Fábio, meu antigo parceiro de projeto tinha parado de tocar. Com isso eu segui sozinho no Illusionize e em um momento iluminado da minha vida, aconteceram várias coisas que me fizeram focar em produzir, e em tudo que eu estava fazendo naquele momento. Nesse período que surgiu a Bass.

Montei o drop da música com 01:30 e fiquei viciado nele durante uns 4 meses. Conversando com os rapazes do Chemical, mostrei a ideia central da track pra eles e pedi a collab. Eles fizeram a mix e mudaram algumas coisas na construção/pad que deram o toque final na faixa. Quando ela ainda estava em fase de finalização, enviei para o Sharam Jey que na hora quis assinar ela na conosco. Foi algo bem surpreendente para nós na época, mas foi assim que aconteceu. Depois que música foi lançada, todo mundo começou a tocar, porque era algo bem diferente.

Lembro do dia em que fiz a ideia dessa música, me lembro como se fosse hoje, foi um dia especial em minha vida.

Bunny Tiger: de que forma o label e o Sharam Jey contribuíram para sua evolução enquanto artista?
Com certeza! O suporte que o Sharam deu pra mim com a Bunny Tiger foi muito importante pra mim sim.

Sabemos que seus fãs estão bem espalhados pelo Brasil, mas há uma concentração especial no Sul, por conta de clubs como El Fortin e Green Valley. Você se sente em casa tocando na região?
Me sinto em casa tocando em qualquer lugar do Brasil, a diferença é como me recebem. Muitos lugares dos quais toco com mais frequência, acaba sendo diferente.

Sobre uma possível consolidação a nível internacional. Como você enxerga isso? Há planos para uma tour no exterior em breve?
Com certeza tem! Mas o exterior é algo que estamos ainda em processo inicial. Em breve mais novidades [risos]

Se olharmos para 10 anos atrás, fica difícil acreditar que um DJ tantos artistas brasileiros estivessem atuando em uma categoria de “super star”. Na sua visão, esse momento de glorificação do público aos artistas é positivo para a cena?
É sim, com certeza! Mas tem um lado que não é tanto. Digo isso pelo fato de que algumas pessoas não estão preparadas para a “glorificação”. Preparadas no sentido de não saber lidar com muita coisa que acaba acontecendo”.

Para finalizar: novidades, tours, lançamentos… o que vem por aí ainda em 2017 e no começo de 2018?
Vamos começar 2018 com meu álbum que será lançado pela Elevation, minha nova filha. Ela nasceu em julho e eu pretendo cair de cabeça com ela nesse próximo ano.

 

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Confira também a entrevista exclusiva que fizemos com L_cio, um dos maiores destaques da cena eletrônica brasileira, tanto com seus lives, quanto na produção de festas underground.

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Administradora paranaense, morou alguns anos em São Paulo e adora as várias opções de festas e eventos que a cidade oferece. É viciada em festivais, não tem medo de encarar um sozinha! Já passou por mais de 15 fora do Brasil, como Creamfields (UK), SXSW (Austin), Coachella (CA), Ultra (Miami e Croácia) e Mysteryland (NL). Divide suas paixões musicais entre techno e indie rock!

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