King Cobra, chuva e muita música: saiba como foi o Electric Zoo Brasil

No dia 21 de abril rolou no Autódromo de Interlagos, São Paulo, a primeira edição brasileira do festival norte americano Electric Zoo Brasil.
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Quem já tinha ido anteriormente ao Lollapalooza, que acontece com 100.000 pessoas no mesmo lugar, estava na expectativa de como o espaço seria utilizado para abrigar os três palcos e as 20.000 pessoas – capacidade máxima do Electric Zoo
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Quando chegamos lá achamos a proporção de espaço para os três palcos foi boa. O King Cobra, palco principal do festival, ficou em uma área grande aberta, com o VIP do lado direito. Os dois outros palcos, Tree Stage e Awakenings, agradaram muito o público pelo tamanho, decoração e principalmente pelo fato de serem cobertos, já que São Pedro resolveu que sexta era dia de molhar a galera. A partir das 17h começou uma chuva forte na cidade que foi melhorar apenas depois das 22h.

Ezoo Brasil

No geral foi tranquilo circular por lá e a curta distância entre os palcos facilitou para quem queria ver atrações em locais diferentes. O Autódromo estava decorado com alguns elementos para trazer o clima de selva à cidade de pedra, e não era difícil sair por lá e encontrar algum animal passeando pelos palcos. Claro, tudo em uma proporção bem menor do que em Nova York, e com muita dificuldade de aproveitar 100% e explorar cada cantinho pela chuva. Achamos que a decoração e outras experiências que o festival ofereceu foram boas, mas nada trouxe muito impacto, o que geralmente acontece quando festivais internacionais desembarcam no Brasil. 

Ezoo Brasil

O único ponto de reclamação geral com relação a estrutura foi o som do palco principal. Além de estar muito baixo durante todo o evento, alguns DJs foram um pouco prejudicados com o som “estourado’, como foi o caso da apresentação do Vintage Culture.
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Dentro do evento os preços foram semelhantes aos outros festivais de música eletrônica que rolam no Brasil:
Água: R$8
Refri (350ml): R$10
Energético (250ml): R$16
Skol Beats Senses: R$18
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Com relação às apresentações, DJs brasileiros mostraram seu potencial e fizeram alguns dos melhores sets do festival, como foi o caso da ANNA no palco Awakenings, que vem se tornando caso vez mais importante e cativando o público na cena brasileira. Gui Boratto também fez um set incrível, deixando a pista lotada e animada.
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O palco Tree House também mostrou o talento de vários DJ brasileiros e manteve-se cheio praticamente durante todo o evento. A dupla Chemical Surf foi responsável por encerrar a pista e surpreendeu muitos que passavam por alí que já estavam indo embora, mas resolveram parar para curtir o som!  
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O King Cobra alcançou o auge na sequência final de Vintage Culture, KSHMR e Hardwell, que fechou o palco com seu set já esperado, tocando uma música nova em parceria com KSHMR (que voltou ao palco), e empolgando a galera com vários hits e, inclusive, com uma versão de Baile de Favela.

Ezoo Brasil

Por fim, não podemos deixar de comentar sobre a briga que rolou na área VIP e acabou resultando em tiros dentro do Electric Zoo. A organização se manifestou através de um post no facebook:
Apesar de ter sido um fato isolado e de não ter afetado em quase nada o Ezoo Brasil, que prosseguiu normalmente até o horário estipulado – muitas pessoas estão comentando sobre uma possível falta de organização na “revista”, por parte da empresa que fazia a segurança do festival. O que gostaríamos de deixar claro é que a segurança precisa respeitar as leis do País, e a lei permite que policiais, mesmo fora de serviço, entrem armados inclusive em eventos pagos. Agora só a investigação do que realmente aconteceu poderá dar mais explicações sobre o ocorrido.
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Além da nossa opinião, convidamos algumas pessoas que foram para o festival para falar sobre suas experiências:
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Beatriz Pereira (@beatrizp1992)“O set que mais gostei e surpreendeu foi da ANNA. É difícil ver ela tocar por aqui e deu para perceber o quanto ela é querida pelo público. A apresentação do Hardwell eu também gostei bastante.
Achei que o som do palco principal foi um pouco prejudicado pelo que vinha do Palco Awakenings. Este, por sinal, surpreendeu pela estrutura, estava lindo o palco.
Um ponto positivo é que a entrada de copos de água e alimentos industrializados foi liberada, isso ajuda muito a não gastar tanto lá dentro”.
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Alex (@edynhoboy) “No geral eu gostei muito, a vibe da galera estava muito boa, tanto que a chuva não atrapalhou em nada. Os DJs foram demais, principalmente os sets do Hardwell, Vintage Culture, KSHMR e Alan Walker.
O que eu menos gostei foi o problema de som do mainstage, estava muito baixo. Também achei que podiam ter investido um pouco mais nas decorações, mas no final isso são só detalhes pois estava tudo muito lindo”.
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Vitor Silva (@vitoor_ss)“O que eu mais gostei no Ezoo Brasil foi a iluminação, estava sensacional em termos de efeitos. A estrutura dos palcos também, sem comentários principalmente para o palco principal. Sem dúvida alguma o melhor de todos os sets foi no palco Awakenings, do Gui Boratto. Sem palavras para descrever o som desse cara”

Ezoo Brasil

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