Destaques da maior edição do Rock in Rio até hoje

Rock in Rio

Foram sete dias de Rock in Rio, 700 mil pessoas e 300 horas de música. A 20ª e maior edição do festival até hoje contou com muitas atrações para agradar um público exigente e uma estrutura que vimos em poucos festivais no Brasil.

Nós fomos nos dias 03 e 05, e claro que a experiência de cada um varia muito – depende do lugar que você viu os shows, de quem estava com você e etc – então o que relatamos aqui é o que vivemos por lá!

Nós ficamos hospedadas em Botafogo e nossa escolha foi a ida e volta de BRT para o festival. O trajeto de ida e volta custava R$25, na ida demoramos em torno de 25/30 minutos de metrô até o Jardim Oceânico e mais 45 minutos entre o trâmite de pegar o BRT e chegar na fila da Cidade do Rock. Nossa volta foi tranquila pelo horário (nos dois dias nós ficamos para o after), e a nossa dica é sempre esperar um pouquinho depois do último show do Palco Mundo para evitar os momentos de pico.

Nosso primeiro destaque vai para o New Dance Order, o novo palco focado em música eletrônica, em um espaço que não tinha como ser comparado com o das outras edições. Com muito LED, uma estrutura digna de grandes festivais, DJs consagrados e um público que aproveitou cada minuto, o espaço veio para marcar essa edição. Inclusive, falamos mais dele nesse post.

A Cidade do Rock estava, na nossa opinião, mais organizada do que nos outros anos. Com muitas opções de ativações de marcas, experiências diferentes e música rolando em vários pontos do festival, ou seja, nem quem chegou muito cedo conseguiu conhecer e curtir cada cantinho. Como sempre, as filas para os brindes estavam presentes, assim como para o agendamento dos brinquedos.

Os banheiros estavam em maior quantidade, pontos de água gratuitos visíveis e o sistema de caixas móveis para os bares funcionando bem. Aqui nós temos uma ressalva de um ponto importante que pode ser melhorado para a próxima edição – sentimos muita falta da pulseirinha funcionar como cashless – e ser aceita para comprar créditos e o consumo. Comprando ficha em algum bar de uma marca específica só era possível consumir nesse mesmo lugar, e os ambulantes só aceitavam dinheiro e não aceitavam nenhum tipo de ficha.

Como já estamos “acostumadas” com os preços altos dentro dos festivais, não assustamos com a cerveja a R$13, o energético a R$10 e o refrigerante a R$5. As opções de comida eram muitas – e espalhadas por todos os lados do evento. O grande segredo era escolher alguma parte mais vazia e evitar os horários de pico. Lembrando que era possível entrar no festival com embalagens de comida lacradas e a água era gratuita.

Não cabe a nós discutir sobre a escolha do line up – sendo que a curadoria do evento sabe muito mais do que a gente – mas o que podemos falar é que escolhemos o dia 03 e o dia 05 por ter mais atrações que nos agradavam. Vimos shows ótimos, com a galera super animada, mas não tem como não falar do show m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o feito pela P!NK, que trouxe hit atrás de hit e literalmente voou pelo público durante a última música.

Robin Schulz e Alesso fecharam os dois dias do palco eletrônico da melhor forma, fazendo todo mundo dançar até o fim, que não era o fim para todos. A Privilège tinha um espaço a esquerda do palco New Dance Order, com vista privilegiada para o palco e com acesso ao after, que durou até de manhã.

Além de passear bastante pelos palcos e curtir muito o New Dance Order até o fim, ficamos os dois dias até quase o final do after e saímos do festival de manhã, felizes em ter vivido uma experiência tão incrível e por ver a evolução tanto no quesito de música eletrônica, quanto em organização e detalhes que o Rock in Rio ofereceu em 2019. Que venha o #RockInRio2021!

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Tem duas paixões na vida: viagem e música. Com mais de 30 países na bagagem e muitas histórias em festivais, escolheu os cinco dias acampada na lama do Glastonbury e a mágica de trabalhar no Tomorrowland Bélgica como as experiências mais incríveis que já teve.

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