Rock in Rio Humanorama recebe Alok para conversa sobre NFTs

Rock in Rio Humanorama

O Rock in Rio Humanorama é o festival de conversas do Rock in Rio , e acontece de forma digital e gratuita até 17 de setembro, das 10h às 15h30, e é realizado simultaneamente entre Brasil e Portugal com a participação de mais de 250 dinamizadores, entre empresários, artistas, executivos, acadêmicos, empreendedores sociais e jovens inspiradores. Para acompanhar este novo projeto, basta fazer a inscrição em rockinriohumanorama.com e escolher os palcos e diálogos para assistir, divididos em “SOU”, “NÓS”, “SOMOS” e “Workshop”.

O evento digital começou com uma abertura emocionante realizada pelo CEO do Rock in Rio, Luis Justo, pela VP de Learning Experience e quem está à frente do Humanorama, Agatha Arêas, e o Diretor Artístico do Rock in Rio, Zé Ricardo.

Logo no primeiro dia de evento, grandes nomes como Gilberto Gil, Roberta Medina, Fátima Bernardes, Fábio Assunção, Andreia Sadi, Alok, Luis Justo, Martha Gabriel, entre outros participaram de conversas sobre os mais variados temas.

No canal “SOMOS”, o CEO do Rock in Rio, Luis Justo, bateu um papo com o DJ Alok e diretor de arte e artista 3D, Fesq, sobre “NFT´s por um mundo melhor: Como a tecnologia pode unir arte e propósito”. A conversa iniciou com o Fesq explicando ao público que o NFT é a implementação da tecnologia do BlockChain, que permite armazenar informações da forma imutável e mais segura possível. O NFT traz a possibilidade de usar a tecnologia para criar tokens para os arquivos digitais, uma espécie de CPF para eles. A implementação do NFT mais comum é a de artes digitais, que permite as pessoas a criarem certificados digitais para seus trabalhos autorais e que eles fiquem para sempre na rede, onde as pessoas conseguem acessar o conteúdo até daqui a 500 anos, por exemplo.

Alok também aproveitou a oportunidade para destacar um projeto que realiza por meio das NFTs, em que aproveitou a tecnologia e ressignificou o seu uso para eternizar e perpetualizar cantos ancestrais de aldeias indígenas, que muitas vezes se perdiam com o tempo e, agora, poderão ser acessadas quando e onde as pessoas quiserem. Por fim, Fesq pontuou que dessa forma, esse sistema abre portas para uma economia criativa, onde centenas artistas independentes conseguem viver somente de seus trabalhos autorais.

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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