RÜFÜS DU SOL lança novo single “On My Knees”, parte do álbum “Surrender”

On My Knees

Indicado ao Grammy, o trio RÜFÜS DU SOL anunciou recentemente que “Surrender“, seu quarto álbum de estúdio, seria lançado dia 22 de Outubro e para fazer o aquecimento para esse importante lançamento, o trio vem mostrando sua nova estética com alguns singles. O mais recente deles é “On My Knees”, distribuído no Brasil pela Warner Music.

‘‘Surrender” apresenta RÜFÜS construindo o próprio mundo, um álbum escrito nos próprios termos do trio. As raízes eletrônicas da banda destacam ainda um ponto de separação de outros artistas que se apresentam ao vivo para multidões: ainda que eles escrevam canções e toquem para multidões, eles rompem os padrões do que se espera de uma música para a pista de dança.

O novo single é prova disso. “On My Knees” lança um olhar para as tendências mais sombrias de RÜFÜS DU SOL, brincando com emoções honestas e um lirismo dolorido, demonstrando o que faz deles tão únicos no universo eletrônico. Enquanto no single anterior, “Alive”, eles davam uma lufada de esperança, e em “Next To Me” um anseio por amor e romance, “”On My Knees” tem um senso angustiado sobre isso tudo, tocando direto o conceito do poderoso título “SURRENDER”A banda reverencia os sons industriais e a sonoridade de bandas como Trent Reznor e Nine Inch Nails, conjugados à intensidade lírica da carreira que construíram.

O vídeo que acompanha a música foi filmado em agosto, durante o ensaio único de um show no Red Rocks Amphitheatre. O diretor criativo da banda, Alex “Katzki” George, colaborou com Ruff Mercy, um diretor de animação baseado no Reino Unido, para criar animações e efeitos visuais sobre o vídeo, dando ao projeto uma vibe das raves mais escuras dos anos 90. Ruff Mercy trabalhou com artistas como Thom Yorke, Disclosure, Run The Jewels e grandes marcas como Nike, Apple, Adidas, entre muitas outras.

Tyrone Linqvist canta obsessivamente “if you could see me now, I’d probably let you down… Looks like I’m on my knees again, feels like the walls are closing in” (em tradução livre: “se você pudesse me ver agora, eu provavelmente de desapontaria… Parece que estou de joelhos agora, como se as paredes estão se fechando”).

James Hunt comenta: “Nós nos divertimos muito escrevendo uma música tão sombria, dinâmica e ousada. É definitivamente uma das faixas mais estrondosas do disco – nós homenageamos algumas das nossas casas noturnas favoritas na programação das batidas e nos divertimos muito imaginando quando íamos finalmente pode tocá-la ao vivo. Ela teve uma resposta incrível nos nossos shows no Red Rocks no último mês, o que foi super especial para nós”.

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DJ, produtor musical e estudante de publicidade, seu objetivo de vida é emocionar as pessoas e fazer com que elas sintam lá no fundo algo confortante. Seja tocando em festas, produzindo suas próprias tracks ou escrevendo textos, acredita que a música eletrônica tem o potencial único de unir pessoas e trazer bons momentos e experiências inesquecíveis.

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