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6 motivos que tornaram o Warung Day Festival “o melhor dia do ano” de 2019

Redação We Go Out
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A cada ano que passa, a expectativa para o FESTIVAL só aumenta! O evento acontece em Curitiba durante o mês de abril e costuma ser nomeado "O melhor dia do ano" pelos amantes de música eletrônica. Fomos conferir o que rolou no Warung Day Festival 2019 e elegemos 6 motivos que honram esse título ao festival:

1. Natureza, atmosfera, público fiel e boa música

A Pedreira Paulo Leminski, encantadora aos olhos de qualquer visitante e queridinha dos amantes de música por toda sua acústica natural, foi novamente o palco do já tão esperado Warung Day Festival no dia 13 de abril de 2019.

Aprimorando-se a cada ano, o evento aportou em Curitiba com um projeto ambicioso e coerente com a proposta e anos de experiência acumulados no Beach Club: o acolhimento da natureza, aliado à alta tecnologia em iluminação, qualidade de som e artistas talentosos.

Como era de se esperar, o público (estimado em 15 mil pessoas!) – trabalhado no brilho, na ousadia, no preto e na transparência - estava um espetáculo à parte.


2. Inovação em experiência visual e sonora:

Os 3 grandiosos palcos (Warung Stage, Pedreira Stage e Garden Stage) foram projetados para o conforto, sendo todos cobertos e à prova das intempéries do tempo - garantindo que a caixinha de surpresas que é o tempo em Curitiba não atrapalharia a experiência dos presentes.

Mais importante de tudo, todas as pistas ostentaram sound systems poderosos para ninguém botar defeito. A sonorização ficou a cargo da respeitadíssima Gabisom Audio Equipament – responsável por nada mais, nada menos que o som do Rock in Rio!


Não menos importante para completar a experiência de imersão musical, a cenografi aestava impecável e surpreendente, remetendo bastante ao Club que inspira o festival.


3. Detalhes que fazem toda a diferença

  1. As áreas de descanso estavam maiores que nos anos anteriores – permitindo que o público, que chegou cedo para aproveitar as 13 horas de festa, pudesse curtir e descansar.
  2. Foi disponibilizado um lounge aos admiradores de narguilé, cujo aluguel estava em torno de R$ 80,00
  3. A área VIP estava bastante espaçosa e confortável para dançar.
  4. Estava à disposição um pedacinho do badalado salão Torriton para dar aquela força na hora de retocar a maquiagem ou o cabelo.
  5. Comidas diferenciadas a preços justos e para todos os gostos: estavam presentes o Porks, o Quermesse e o Yü Cozinha Oriental.


4. Foco na sustentabilidade

O Warung prezou muito em oferecer um evento sustentável. Logo na entrada, foram disponibilizados copos, a serem usados e reutilizados durante o evento elevados de recordação. Ainda, os drinks eram servidos em copos reutilizáveis e sem canudo. A cerveja oficial do evento, Itaipava, teve suas cervejas servidas diretamente na garrafa. Por fim, havia uma equipe de reciclagem trabalhando paralelamente ao evento com a coleta seletiva.


5. Sets memoráveis

Vamos à parte mais importante, que arrasta gente de diversos lugares do Brasil e do mundo para cá – a MÚSICA!!!

A sinergia da música com o público era nítida – lembrando bastante a sensação tão característica do Club em Itajaí. Contando com a curadoria experiente dos donos do Warung Beach Club, foram escalados 23 artistas, renomados e em ascensão, espalhados nos 3 palcos.

Os artistas nacionais deram início aos trabalhos, conduzindo o público tarde a dentro. E vocês acham que nossas pratas da casa – como ANNA, Gui Boratto, Gabe e Ratier - deixaram algo a desejar? Nada disso! Aliás, ANNA, a grande expoente do techno no momento, fez uma apresentação imponente e favorita de muitos no Pedreira Stage.


Mesmo com diversos destaques nesse palco, vale também a menção ao alemão Rødhåd, ídolo dos amantes de Dub Techno, que fez uma apresentação poderosa e impactante.

Na pista Garden Stage, o ponto alto foi o som empolgante do dj e produtor alemão Gerd Janson, seguido do som nostálgico e quase romântico do aclamado (e pouco presente nas festas brasileiras) DJ Koze.

Por fim, e não menos importante, o holandês Joris Voorn pôde mostrar toda sua versatilidade e leitura de pista para misturar o melhor da essência do House e Techno.


6. Organização impecável

Como já deu para perceber, a sensação boa de um festival deve-se muito à organização em geral. Os bares estavam bem distribuídos, organizados e agilizados. Não presenciamo smuita fila para comprar fichas – especialmente pela presença dos caixas móveis.

Dá para dizer que as muitas horas de experiência foram preenchidas por diversão –não por filas! Com início às 13 hrs de sábado e término à 1 da manhã de domingo, o público ainda pôde seguir aproveitando a madrugada em uma das muitas after parties que pipocaram pela cidade.

A reputação quase mítica atribuída ao Warung, atrai há muito frequentadores não apenas fieis e nostálgicos, mas também curiosos com as frequentes novidades. Essa sensação é repetida e fortalecida ano a ano também com as edições do festival – em especial, a deste ano.

E aí, o que será que vem em 2020?

Texto escrito por: Carla D. Kns

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